Mulher dos Cais

Lisboa, mulher Dos cais, castelo e velhas ruas, Tens n’alma o Tejo e vais Ouvir’histórias tão tuas. Do Rossio ao Bairro Alto, Em Glória, levas atrás Segredos, a calçada Contigo p’ra onde vás. Trazem contos de fadas tantos E a alegria de te ver Aqui minha cidade Voltarei para morrer Da ponte vêem-se as luzes,

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Marcha do Zé Povinho

Pst Pst …Olh’ó Zé Povinho Sai do rebanho d’ovelhas Tem atenção ao caminho Não deixes que façam ninho Atrás das tuas orelhas Tens de tirar o badalo Do teu peito dar um grito E como manda o Bordalo Fazer com todo um regalo Um gigantesco manguito Rosnam alto ditadores Cantam falsos democratas Mas tu suportas

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Fado do Estudante

Que negra sina ver-me assim, Que sorte vil, degradante. Ai, que saudade sinto em mim, Do meu viver de estudante. Nesse fugaz tempo de amor, Que dum rapaz é o melhor, Era o audaz conquistador Das raparigas. De capa ao ar, cabeça ao léu, Só para amar vivia eu… Sem me ralar, E tudo mais

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Cachopa

Cachopa, menina tu És lua Singela és uma estrela Nua D’amores minh’alma anda Perdida Cachopa és serenata À vida Outrora meus olhos viam Sombras De luz e de cor se encheram Com as ondas Do teu cabelo menina À lua Singela és uma estrela Nua Estrofe Capas traçadas ao sabor do vento Canções de d’amor

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Adeus da Primavera

Andorinha de asa negra, onde vais Que andas a voar tão alta. Leva-me ao céu contigo, vá Que eu lá de cima digo adeus ao meu amor. Ó andorinha, da primavera, Ai quem me dera, também voar. Que bom que era, Ó andorinha, da Primavera, também voar. Adeus dissemos, E nada mais d’então ficou. De

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A Doce Vida

A vida é tão doce (doce, doce) A vida é tão doce (doce, doce) A vida é tão doce (doce, doce) Parece um rebuçado E isto é porque (porque, porque) E isto é porque (porque, porque) E isto é porque (porque, porque) Estás aqui a meu lado Chega-te mais perto Para ao pé de mim

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Janeiradas

Ó senhor Manel Veja se é capaz De abrir o tonel, ricócó Cá para o rapaz As suas cachopas Querem nos pendilhos Fecharam-se em copas, ricócó Só lhes deram figos Refrão: Ó sim, sim dê-nos Janeiradas Ricócó moças recatadas Ó sim, sim dê-nos janeiras Ricócó meninas solteiras Ó menina Céu A si nada falta De

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Quando olhei p’ra ti

Andava eu lá nos copos Numa tardinha de Verão Passaste de esgueira por mim Larguei a caneca no chão Segui a tua figura Até ao próximo bar Roubei uma flor dum canteiro P’ra no caminho ta dar Refrão Quando olhei pra ti Pensei que estava a sonhar Quando olhaste pra mim Paixão pairava no ar

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Se tu és o meu amor

Refrão: Se tu és o meu amor Dá-me cá os braços teus Se não és o meu amor Vai-te embora, adeus, adeus. Diz ao Sol qu’alumia a gente Por onde andará o meu bem Terra estranha nunca foi quente Quem me dera estar mais além Mais além, mais ao pé do monte Onde nasce o

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Balada da Despedida

Refrão Fitas doiradas, pôr-do-sol raiadas a riscar o mar. Meros testemunhos, folhas de rascunhos do curso a acabar. Canções de amizade, refrões de saudade de quem vai partir. Adeus Faculdade, adeus terna idade, lembrança a sorrir. Dentro de um estudante o eterno amante de capa luar. Existe a vontade de que a faculdade o deixe

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