I Vielas Vadias

A Tuna Médica de Lisboa passou este fim-de-semana na Graça, na primeira edição do Vielas Vadias – Festival de Tunas, Arte e Cultura, organizado pela ArquitecTuna, a nossa tuna afilhada. Não podíamos estar mais orgulhosos do sucesso do Vielas Vadias, que foi espectacular! Foi também neste festival que apresentámos um novo caloiro.

Nem a chuva conseguiu estragar o I Vielas Vadias! No fim de tarde de sexta, fomos até à Graça para actuar na Noite de Serenatas. Esta decorreu no Mercado de Santa Clara e, ao som da chuva lá fora, Beatriz de Noronha, fundadora da ArquitecTuna, abriu a noite com um fado. A plateia estava cheia, com amigos, familiares e elementos de várias tunas de Lisboa. A Tuna Médica encheu o palco e levou consigo um clarinetista de bata branca – o novo caloiro da TML, o Bubuzela. Tocámos a “Dulcineia”, solada pela Bezerra, e a “Cachopa”, solada pelo Mamalha, as quais tiveram uma excelente recepção pelo público. Após as Serenatas, a noite continuou no Mirantense Futebol Clube, com muito convívio e música.

No Sábado, após uma actuação no X Congresso Nacional de Neurorradiologia, na Faculdade de Ciências Médicas (UNL), a Tuna Médica foi ter com as restantes tunas à Escola da Voz do Operário para uma tarde recheada de actividades, galhofa e algum (muito) massacre aos guias. Entre jogos, sound-check, chuva e últimas revisões, foi possível explorar o edifício e apreciar a organização de um festival que não era só de tunas – várias exposições espalhadas pelos pisos, pelas quais os convidados passavam para se dirigirem ao salão do espectáculo. No salão, a decoração estava feita ao pormenor, reafirmando a criatividade da ArquitecTuna.

Depois dos jantares na cantina da escola, começou o espectáculo. Passava pouco da meia-noite quando a Tuna Médica subiu a palco e, antes de abrirem as cortinas, cantámos os parabéns ao nosso tuno D. Pixote de la Mancha, que fez hoje 23 anos! A tuna levou a palco a sua adaptação de Zeca Afonso, “Entrudo”; a de Amália Rodrigues, “Lisboa à Noite”, solada pela Bezerra; o instrumental “Barbeiro de Sevilha”; o novo original da TML “Mulher dos Cais”, solado pelo Mamalha e terminámos com o “Fado do Estudante”. No fim, recebemos os prémios de Melhor Adaptação, Melhor Original e Melhor Tuna! Quando o festival acabou, a noite ainda era uma criança e, mais uma vez, o Mirantense Futebol Clube encheu-se de tunantes.

Esta primeira edição do Vielas Vadias superou todas as expectativas. Muitos parabéns à ArquitecTuna: o fim-de-semana foi fenomenal! Os nossos votos de sucesso para o resgate do Frango e pedimos desculpa pelos danos causados nos nossos guias – o Batesta, mais conhecido por Gorda, e a Gayvota. Obrigado às tunas presentes pelo excelente convívio – Tuna ForTuna, Magna Tuna ApocalISCSPiana e TMIST – Tuna Mista do Instituto Superior Técnico.

Para o ano voltamos ao Vielas Vadias e esperamos mais um festival memorável! 😉

Dá uma vista de olhos nas fotografias do festival nesta página.

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